Terça-feira, 8 de setembro de 2026
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Justiça determina devolução de 500 mil por irregularidades em realização de feira em Palmitinho

Atendendo pedido do Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS) em ação civil pública, a Justiça de Frederico Westphalen determinou, liminarmente, que o Município de Palmitinho seja vedado de repassar dinheiro à Associação Comercial e Industrial da cidade (Acip) em razão da ilegalidade no convênio firmado para a realização da Feira Municipal, a Facipal Read More.

Justiça determina devolução de 500 mil por irregularidades em realização de feira em Palmitinho

Atendendo pedido do Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS) em ação civil pública, a Justiça de Frederico Westphalen determinou, liminarmente, que o Município de Palmitinho seja vedado de repassar dinheiro à Associação Comercial e Industrial da cidade (Acip) em razão da ilegalidade no convênio firmado para a realização da Feira Municipal, a Facipal 2023. Também vedou à Acip o repasse de recursos para a empresa Central de Feiras, devido a direcionamento na contratação.

Foi determinado, ainda, que a empresa deverá ressarcir, inicialmente no prazo de 15 dias, o valor já recebido da Acip, estimado em R$ 500 mil, referente à Facipal 2023 – Feira Municipal de Palmitinho, sob pena de multa. No final da tarde desta terça-feira, 10 de outubro, a Justiça recebeu os embargos do MPRS e determinou a devolução dos recursos no prazo de três dias.

Conforme a promotora de Justiça que ingressou com a ação, Michele Taís Dumke Kufner, a ação teve origem em investigação do MPRS que apontou irregularidades e direcionamento da empresa que foi contratada para a realização da feira em Palmitinho, custando em torno de 500 mil aos cofres públicos. De acordo com a promotora, a investigação acredita que a Acip teria sido utilizada como “laranja” para o repasse de valores a empresa Central das Feiras sem um rito legal, seja ele licitação ou outra forma. 

A investigação iniciou após denúncia realizada ao MPRS. 

A reportagem conversou com a Promotora de Justiça, Michele Taís Dumke Kufner, que detalhou a ação: 

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A reportagem também entrou em contato com a administração municipal de Palmitinho, mas não obteve resposta até a última atualização desta matéria.  A reportagem segue à disposição.