Terça-feira, 8 de setembro de 2026
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Servidores públicos realizam nesta terça ato unificado contra pacote do governo Leite

Servidores públicos estaduais convocam para esta terça-feira (26) nova mobilização conjunta contra os governos municipal, federal e, especialmente, estadual. Diversas categorias prometem se somar ao magistério e lotar a Praça da Matriz a partir das 16h. Os professores, em greve desde o dia 14 de novembro, realizam assembleia mais cedo, às 13h30, também na Matriz.

Servidores públicos realizam nesta terça ato unificado contra pacote do governo Leite

Servidores públicos estaduais convocam para esta terça-feira (26) nova mobilização conjunta contra os governos municipal, federal e, especialmente, estadual. Diversas categorias prometem se somar ao magistério e lotar a Praça da Matriz a partir das 16h. Os professores, em greve desde o dia 14 de novembro, realizam assembleia mais cedo, às 13h30, também na Matriz.

Outros servidores estaduais realizam assembleia pela manhã para deliberar sobre as medidas a serem adotadas contra o governo de Eduardo Leite (PSDB). O Sintergs, sindicato que representa servidores de nível superior, já anuncia paralisação a partir desta terça (26), conforme definido em assembleia no dia 14.

Sindicaixa, Sindsepe-RS, Afagro, Seasop e Assagra também estarão na assembleia que acontece às 10h no Hotel Everest, no centro da Capital.

Além dos atrasos e parcelamento de salários, os servidores se mobilizam contra a falta de reposição salarial que já se alonga por cinco anos e contra o pacote de medidas encaminhado por Eduardo Leite à Assembleia Legislativa, que trata da reestruturação da Previdência e das carreiras do funcionalismo público. São oito projetos, sendo uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC), um Projeto de Lei (PL) e seis projetos de lei complementar (PLC). Todos os projetos foram protocolados em regime de urgência, exceto a PEC, que tem tramitação diferenciada e exige votação em dois turnos. O regime de urgência exige a tramitação e votação em plenário em prazo de 30 dias após a realização do protocolo. Como as sessões plenárias ocorrem apenas nas terças, quartas e quintas-feiras, a data prevista para votação destas matérias seria a partir de 17 de dezembro. Já a PEC tem prazo mínimo de 45 dias para votação, e deve ser apreciada apenas no início de 2020.

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Paralisação na UFSM

Os técnico-administrativos e administrativas em educação da UFSM aprovaram na última quarta-feira (20), de forma unânime adesão na Greve Nacional contra as reformas do governo e o desmonte do Estado, conforme orientação da Fasubra.

Após a aprovação da PEC da Reforma da Previdência e dos inúmeros embates à educação e aos Serviço Público, novamente a classe trabalhadora é alvo do Governo. O novo pacote de maldades, apresentado por Bolsonaro, apresenta três Propostas de Emenda à Constituição (PECs) que desobrigam a União a promover serviços públicos à população; ataca diretamente os servidores públicos e permite a transferência dos recursos públicos para a iniciativa privada.

São elas: a PEC Emergencial (redução de gastos obrigatórios); PEC do Pacto Federativo (altera a distribuição de recursos entre os três entes federativos, prevendo até a extinção de municípios) e a PEC dos Fundos Públicos (propõe entre outras medidas a extinção dos fundos e a destinação de parte dos Diante de todos estes ataques, se torna fundamental a união na luta contra o desmonte do país e por isso, a Assufsm convoca a todos e todas a participarem das atividades de luta nos dias 26 e 27 de novembro!