Terça-feira, 8 de setembro de 2026
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Segundo IBGE, Brasil registra redução no índice de desigualdade em 2020

Após dois anos de alta, Brasil teve queda no índice que mede a concentração e desigualdade de renda em 2020, segundo dados divulgados nesta sexta-feira, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A crise provocada pela pandemia de coronavírus, com a redução do número de ocupados, e o auxílio emergencial influenciaram no resultado. De Read More.

Segundo IBGE, Brasil registra redução no índice de desigualdade em 2020

Após dois anos de alta, Brasil teve queda no índice que mede a concentração e desigualdade de renda em 2020, segundo dados divulgados nesta sexta-feira, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A crise provocada pela pandemia de coronavírus, com a redução do número de ocupados, e o auxílio emergencial influenciaram no resultado.

De acordo com a Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua) – Rendimento de Todas as Fontes 2020, o índice de Gini do rendimento médio mensal real habitualmente recebido de todos os trabalhos foi de 0,500 no ano passado, abaixo do estimado em 2018 e 2019 (0,506).

Segundo o IBGE, a redução do contingente de ocupados, principalmente os mais vulneráveis como trabalhadores por conta própria, domésticos e empregados sem carteira, pode ter tornado a distribuição de rendimento do trabalho um pouco menos desigual.

As Regiões Sul (0,436) e Centro-Oeste (0,476) apresentaram os menores índices do rendimento médio mensal e, na Região Nordeste, ele alcançou 0,532 em 2020, se mantendo como a Região com a distribuição de rendimentos do trabalho mais desigual.

De 2019 para 2020, apenas a Região Nordeste apresentou variação positiva do índice de Gini do trabalho, passando de 0,528 para 0,532. As Regiões Norte e Sul apresentaram as maiores reduções no índice (queda de 0,011 e 0,012, respectivamente).