Terça-feira, 8 de setembro de 2026
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Fórum de FW está em greve

Funcionários da Comarca do Fórum de Frederico Westphalen aderiram a paralisação estadual na última segunda-feira, 07. Na região, além de FW, as comarcas de Seberi, Rodeio Bonito e Iraí também aderiram à greve do judiciário gaúcho. A greve foi deflagrada pelo Sindicato dos Servidores de Justiça do Rio Grande do Sul (Sindjurs), no último dia Read More.

Fórum de FW está em greve

Funcionários da Comarca do Fórum de Frederico Westphalen aderiram a paralisação estadual na última segunda-feira, 07. Na região, além de FW, as comarcas de Seberi, Rodeio Bonito e Iraí também aderiram à greve do judiciário gaúcho. A greve foi deflagrada pelo Sindicato dos Servidores de Justiça do Rio Grande do Sul (Sindjurs), no último dia 24 de setembro. 

O Sindijurs relata que mais de 80% das comarcas aderiram à paralisação, embora o TJ assegure que não há registro de anormalidade na prestação de serviços à população. Na pauta está construção de um plano de carreira para os servidores do 1º grau, e a não extinção de cargos de oficiais escreventes, o que pode ocorrer caso o PL 93/2017 seja aprovado na Assembleia Legislativa. Além disso, os servidores pedem reajuste dos salários, congelados há cinco anos, do auxílio-alimentação e do valor ressarcido aos oficiais de justiça por despesas de condução.

O  oficial escrevente do fórum de Frederico Westphalen, Adriano Trevisol, explica as principais pautas reivindicadas pela categoria e os motivos da adesão dos funcionários da comarca local nesta semana:

Grande mobilização em Porto Alegra mantem greve

Para marcar duas semanas da greve do Judiciário, servidores de comarcas de todo o estado realizaram nesta terça-feira (8) em Porto Alegre a maior mobilização do ano. Reunindo mais de 1500 pessoas ao longo do dia, as atividades contaram com o apoio de diversas entidades parceiras. No início da manhã, um ato conjunto com os trabalhadores do Ministério Público do RS realizado em frente à sede da instituição teve protesto contra as ADI’s impetradas pelos governos Rigotto e Sartori pela suspensão dos reajustes concedidos às categorias do funcionalismo público durante as gestões dos emedebistas.

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Em marcha, os manifestantes vestindo preto seguiram para o Tribunal de Justiça, munidos de panelas, apitos, megafones, tambores e vuvuzelas, para “fazer barulho contra a injustiça e ‘acordar’ o presidente do Tribunal”.